Achei lindo.....vale a pena ver!
Ele ganhou e hoje eh sucesso na Inglaterra!!
http://www.youtube.com/watch?v=rHOeWPOdj2Q
segunda-feira, 30 de julho de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Mulher sofre!!!
A Dri ta dando dicas uteis e lah vou eu mandar um conto sobre depilacao que eu recebi de um Homem. Ele me contou que estava horrorizado com a descricao abaixo. Soh mulher entende.....
Depois de ler deem uma olhada nisso! Gringa nao ta acostumada a depilar....brazilain wax hahaha!
http://www.youtube.com/watch?v=r2kqhA8qz_8&NR=1
"Tenta sim. Vai ficar lindo."
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.
Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram queisso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba,
vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minhabolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia
esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda. Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar,
peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesseali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém
fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada. Queria comprar o domínio:
www.PRESERVEASBUCETASPELUDAS.com.br
Depois de ler deem uma olhada nisso! Gringa nao ta acostumada a depilar....brazilain wax hahaha!
http://www.youtube.com/watch?v=r2kqhA8qz_8&NR=1
"Tenta sim. Vai ficar lindo."
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.
Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram queisso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba,
vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minhabolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia
esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda. Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar,
peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesseali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém
fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada. Queria comprar o domínio:
www.PRESERVEASBUCETASPELUDAS.com.br
terça-feira, 24 de julho de 2007
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Fuuuooonnn!
Gente, descobri onde o Bock aprendeu a fazer aquelas caras...
http://www.youtube.com/watch?v=AjV0DKCCJbY
http://www.youtube.com/watch?v=AjV0DKCCJbY
TED
Pessoas,
Não sei se vcs já conheciam esse site, mas eu andei dando uma olhada e acho que vale a pena conhecer e entrar de tempos em tempos: www.ted.com.
É um site que mantem um banco de vídeos de palestras feitas em encontros anuais nos EUA, com presença de pessoas brilhante de várias áreas. São palestras curtas, de aprox. 20 min.
Para que vocês possam ter uma idéia, essas são algumas que eu achei que valeriam a pena:
http://www.ted.com/talks/view/id/96
http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/66
Ainda estou começando a fuçar, mas me pareceu uma ótima fonte de inspiração, conhecimento e pesquisa em temas específicos.
Depois me digam o que acharam!
Bjs, Dri
Não sei se vcs já conheciam esse site, mas eu andei dando uma olhada e acho que vale a pena conhecer e entrar de tempos em tempos: www.ted.com.
É um site que mantem um banco de vídeos de palestras feitas em encontros anuais nos EUA, com presença de pessoas brilhante de várias áreas. São palestras curtas, de aprox. 20 min.
Para que vocês possam ter uma idéia, essas são algumas que eu achei que valeriam a pena:
http://www.ted.com/talks/view/id/96
http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/66
Ainda estou começando a fuçar, mas me pareceu uma ótima fonte de inspiração, conhecimento e pesquisa em temas específicos.
Depois me digam o que acharam!
Bjs, Dri
sexta-feira, 20 de julho de 2007
quinta-feira, 19 de julho de 2007
RADIO PEAO INFORMA 2
✿ DO YOU KNOW WHAT MEANS? - believe or not!
A nossa velha Xota sempre foi globalizada. E dentro do mundo Xota havia o submundo "Grupo Lever". Todo dia aparecia um novo gringo pra mandar na gente. Certa noite, uma Diretora de Contas fez uma festa de boas vindas em seu ap. O idioma oficial era o inglês. Ela convidou todo mundo que trabalhava na conta: atendimentos, planners, mídias, criativos, gente de toda raça, sexo e religião. Com inglês fluente, inglês nível básico, nível intermediário e sem nível algum.
No meio dessa aldeia global, havia uma índia selvagem da tribo tupi-joselita que, obviamente, não tinha intimidade nenhuma com o idioma. Chegou na festa tímida, evitando se aproximar das rodinhas de gringos. Primeiro, porque não entendia nada; segundo, porque não tinha o menor talento pra puxar saco.
Cerveja vai, vodca vem... a índia se aproxima de um gringo. Vodca vai, uísque vem... a índia joselita começa a fazer mímicas para o gringo. Uísque vai, tequila vem... a índia já falava fluentemente o idioma. Se ela soubesse que aprenderia tão rápido, teria trocado o gravador debaixo do travesseiro (do método aprenda inglês dormindo) por uma garrafa de Red Label.
As amigas da tupi-joselita estranharam o fato dela estar “talking a lot” e resolveram se aproximar. Chegaram a tempo de ouví-la perguntar:
- Matt, do you know what means your name in Brazil?
O gringo, "sempre polite", sorria pra não perder a “new friend”. As amigas sorriam amarelo e a índia, não contente (ou melhor, contentíssima), continuou:
- Matt, in portuguese, means fuck. Do you understanding me? Matt came from the verb: Meter. Eu meto, tu metes, ele Matt. (sic)
O gringo continuou com cara de “polite”. As amigas, com a cara no chão (afinal ele era chefe de algumas delas). E a joselita, pra ter certeza de que o gringo tinha entendido, fazia mímicas obcenas no meio da sala. Surreal e inesquecível. É por isso que eu tenho orgulho de ser brasileira.
Até hoje resta a dúvida se o gringo entendeu alguma coisa. Quem se importa? Se ele entendeu bem; se não entendeu, fuck.
A nossa velha Xota sempre foi globalizada. E dentro do mundo Xota havia o submundo "Grupo Lever". Todo dia aparecia um novo gringo pra mandar na gente. Certa noite, uma Diretora de Contas fez uma festa de boas vindas em seu ap. O idioma oficial era o inglês. Ela convidou todo mundo que trabalhava na conta: atendimentos, planners, mídias, criativos, gente de toda raça, sexo e religião. Com inglês fluente, inglês nível básico, nível intermediário e sem nível algum.
No meio dessa aldeia global, havia uma índia selvagem da tribo tupi-joselita que, obviamente, não tinha intimidade nenhuma com o idioma. Chegou na festa tímida, evitando se aproximar das rodinhas de gringos. Primeiro, porque não entendia nada; segundo, porque não tinha o menor talento pra puxar saco.
Cerveja vai, vodca vem... a índia se aproxima de um gringo. Vodca vai, uísque vem... a índia joselita começa a fazer mímicas para o gringo. Uísque vai, tequila vem... a índia já falava fluentemente o idioma. Se ela soubesse que aprenderia tão rápido, teria trocado o gravador debaixo do travesseiro (do método aprenda inglês dormindo) por uma garrafa de Red Label.
As amigas da tupi-joselita estranharam o fato dela estar “talking a lot” e resolveram se aproximar. Chegaram a tempo de ouví-la perguntar:
- Matt, do you know what means your name in Brazil?
O gringo, "sempre polite", sorria pra não perder a “new friend”. As amigas sorriam amarelo e a índia, não contente (ou melhor, contentíssima), continuou:
- Matt, in portuguese, means fuck. Do you understanding me? Matt came from the verb: Meter. Eu meto, tu metes, ele Matt. (sic)
O gringo continuou com cara de “polite”. As amigas, com a cara no chão (afinal ele era chefe de algumas delas). E a joselita, pra ter certeza de que o gringo tinha entendido, fazia mímicas obcenas no meio da sala. Surreal e inesquecível. É por isso que eu tenho orgulho de ser brasileira.
Até hoje resta a dúvida se o gringo entendeu alguma coisa. Quem se importa? Se ele entendeu bem; se não entendeu, fuck.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
segunda-feira, 16 de julho de 2007
a vânia mandou...
a vânia pediu que eu colocasse coisas legais de propaganda no blog... e ex-chefe a gente sempre respeita né? sacumé!
achei esse vídeo de uma conferência do psfk com planejadores e criativos falando sobre o papel do planejamento. é meio longo mas achei legal...
http://www.psfk.com/2007/07/can-planners-really-be-the-new-creatives-panel-at-the-psfk-conference-london.html
achei esse vídeo de uma conferência do psfk com planejadores e criativos falando sobre o papel do planejamento. é meio longo mas achei legal...
http://www.psfk.com/2007/07/can-planners-really-be-the-new-creatives-panel-at-the-psfk-conference-london.html
sábado, 14 de julho de 2007
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Nossa!!! Fazia um tempão que eu não via nosso Blog. Amei o texto da Xota Lú! Tem uma fotinho do Popô escrita galera da JWT e tem a Teca minha amiga que nunca trabalhou lá ! hahahaha esse é o Popô! quebra tudo na despedida hj, não vou poder ir...
Segundona estarei publicando mais coisas legais. Pedi pro Vini me passar umas fotos daquela viagem de Paraty , lembram? No 1° dia luxo, poder e sofisticação já no 2° dia cachaça no copo de plástico, o povo dançando forró, o Anuar em cima do balcão e o Alfredo new business brigando com os capangas da fazenda. QUem terminou com o pé no lago e melancia na cabeça mesmo?
HAHAHAH
Segundona estarei publicando mais coisas legais. Pedi pro Vini me passar umas fotos daquela viagem de Paraty , lembram? No 1° dia luxo, poder e sofisticação já no 2° dia cachaça no copo de plástico, o povo dançando forró, o Anuar em cima do balcão e o Alfredo new business brigando com os capangas da fazenda. QUem terminou com o pé no lago e melancia na cabeça mesmo?
HAHAHAH
quarta-feira, 11 de julho de 2007
terça-feira, 10 de julho de 2007
RADIO PEAO INFORMA 1
Aproveitando a foto que a Helena enviou, inauguro a primeira coluna do nosso blog: Rádio Peão Informa. Nessa coluna contarei causos coletados durante a minha breve passagem de 6 anos pela Xota. E nada melhor que explicar o porquê do apelido Xota no texto inaugural.
✿ SAUDADES DA XOTA - uma história verídica
Confesso que sinto saudades da Xota. Não dessa, mas da velha Xota. Aquela que não me pariu mas que praticamente me viu nascer na propaganda. A boa e velha Xota cheia de pelancas, rugas, verrugas e histórias pra contar. Se ela falasse, talvez começaria explicando como ganhou essa alcunha.
Há muito tempo, mas há muito tempo mesmo, no reinado de Roberto Leal, (até o nome do presidente parecia piada) um cliente da agência morreu (se não me engano era de Nestlé - que Deus o tenha) e, o presidente da Xota pediu para sua secretária enviar uma coroa de flores para o então ex-cliente. Heidi (não tenho a menor idéia como se escreve), a secretária sul-africana filha de holadês com russa, com sotaque de alemã misturado com inglês, ligou na floricultura do Seu Tanaka e fez uma encomenda.
- Arô, Froricultura Tanaka, boa noite!
- Hello, eu querria um Corroa de Florres…
No velório, lotado de gente importante, várias coroas foram chegando. Porém a que mais se destacava, não pela cor ou pelo tamanho, era a da Thompson, com uma comovente homenagem póstuma a um maravilhoso cliente e parceiro. (afinal todo mundo depois que morre vira bonzinho). Os dizeres soavam como uma poesia.
Logo foram surgindo comentários acerca das belas palavras impressas na Coroa de Flores da agência. A história que parecia mais verídica, era de que o atendimento da conta foi o último a saber do falecimento e por isso passou o briefing de última hora pra um redator que trabalhava até tarde, por ironia, em uma concorrência de Nestlé. Há quem diga que esse foi o melhor título (com comprovante de veiculação) que já saiu da agência:
“Saudades da Xota Walter Thompson.”
E as más línguas não pararam por aí. Disseram que a revisora já tinha ido embora, o redator fez o título nas coxas, passou por e-mail e escafedeu-se, e o único filho da puta que ainda estava trabalhando às 3h da manhã de uma sexta-feira de um feriado prolongado, era o diretor de arte, que acabou fazendo a revisão. Como, por motivos de força maior, não havia cliente pra REprovar… deu no que deu…
Mas a verdade, só nós ex-xotas sabemos. Um pequeno problema de comunicação numa agência de comunicação, fez um Jota virar Xota.
Adoro a velha Xota que, literalmente, perdia o cliente, mas não perdia a piada.
✿ SAUDADES DA XOTA - uma história verídica
Confesso que sinto saudades da Xota. Não dessa, mas da velha Xota. Aquela que não me pariu mas que praticamente me viu nascer na propaganda. A boa e velha Xota cheia de pelancas, rugas, verrugas e histórias pra contar. Se ela falasse, talvez começaria explicando como ganhou essa alcunha.
Há muito tempo, mas há muito tempo mesmo, no reinado de Roberto Leal, (até o nome do presidente parecia piada) um cliente da agência morreu (se não me engano era de Nestlé - que Deus o tenha) e, o presidente da Xota pediu para sua secretária enviar uma coroa de flores para o então ex-cliente. Heidi (não tenho a menor idéia como se escreve), a secretária sul-africana filha de holadês com russa, com sotaque de alemã misturado com inglês, ligou na floricultura do Seu Tanaka e fez uma encomenda.
- Arô, Froricultura Tanaka, boa noite!
- Hello, eu querria um Corroa de Florres…
No velório, lotado de gente importante, várias coroas foram chegando. Porém a que mais se destacava, não pela cor ou pelo tamanho, era a da Thompson, com uma comovente homenagem póstuma a um maravilhoso cliente e parceiro. (afinal todo mundo depois que morre vira bonzinho). Os dizeres soavam como uma poesia.
Logo foram surgindo comentários acerca das belas palavras impressas na Coroa de Flores da agência. A história que parecia mais verídica, era de que o atendimento da conta foi o último a saber do falecimento e por isso passou o briefing de última hora pra um redator que trabalhava até tarde, por ironia, em uma concorrência de Nestlé. Há quem diga que esse foi o melhor título (com comprovante de veiculação) que já saiu da agência:
“Saudades da Xota Walter Thompson.”
E as más línguas não pararam por aí. Disseram que a revisora já tinha ido embora, o redator fez o título nas coxas, passou por e-mail e escafedeu-se, e o único filho da puta que ainda estava trabalhando às 3h da manhã de uma sexta-feira de um feriado prolongado, era o diretor de arte, que acabou fazendo a revisão. Como, por motivos de força maior, não havia cliente pra REprovar… deu no que deu…
Mas a verdade, só nós ex-xotas sabemos. Um pequeno problema de comunicação numa agência de comunicação, fez um Jota virar Xota.
Adoro a velha Xota que, literalmente, perdia o cliente, mas não perdia a piada.
This ain't no disco. it´s where we work...!

O blog “This Ain’t no Disco - it’s where we work” está começando, mas a idéia é mostrar o interior das agências mais legais no mundo inteiro.
www.aintnodisco.com
segunda-feira, 9 de julho de 2007
domingo, 8 de julho de 2007
Pelo amor de Cristo!
Saiu o resultado das novas 7 maravilhas do mundo e a nosso país foi premiado com uma das Maravilhas. O Cristo Redentor.
Abaixo coloquei a lista dos vencedores e gostaria que vocês dessem uma olhada e me ajudassem a pensar.
Não que a estátua do Cristo não seja linda, mas me lembro, em minha infância, de viajar muito pelo interior de São Paulo e em toda cidadezinha que tinha um morro na frente, lá estava ele...O Cristo... Não com o mesmo tamanho, mas visto de longe, parecia a mesma idéia...
Mais uma vez... não querendo rebaixar ou desdenhar o Cristo e o fato de termos no Brasil uma das 7 Maravilha do Mundo, mas sinceramente não consigo ver representatividade histórica se comparado a A Grande Muralha da China, Macchu Picchu, O Coliseu.
Enfim, a grande e triste conclusão é que sempre existe interesse oculto, muito marketing e muito dinheiro rolando por trás de tudo. Espero que Cristo Redentor nos perdoe!
1.A grande muralha da China
2.Petra
3.Cristo Redentor
4.Macchu Picchu
5.Chichen Itzá
6.O coliseu
7.Taj Mahal
Abaixo coloquei a lista dos vencedores e gostaria que vocês dessem uma olhada e me ajudassem a pensar.
Não que a estátua do Cristo não seja linda, mas me lembro, em minha infância, de viajar muito pelo interior de São Paulo e em toda cidadezinha que tinha um morro na frente, lá estava ele...O Cristo... Não com o mesmo tamanho, mas visto de longe, parecia a mesma idéia...
Mais uma vez... não querendo rebaixar ou desdenhar o Cristo e o fato de termos no Brasil uma das 7 Maravilha do Mundo, mas sinceramente não consigo ver representatividade histórica se comparado a A Grande Muralha da China, Macchu Picchu, O Coliseu.
Enfim, a grande e triste conclusão é que sempre existe interesse oculto, muito marketing e muito dinheiro rolando por trás de tudo. Espero que Cristo Redentor nos perdoe!
1.A grande muralha da China
2.Petra
3.Cristo Redentor
4.Macchu Picchu
5.Chichen Itzá
6.O coliseu
7.Taj Mahal
sábado, 7 de julho de 2007
...diretamente do tunel do tempooo
sexta-feira, 6 de julho de 2007
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Orgulho Maravilha!
Pessoal,
É com grande orgulho que inicio minha participação neste Blog. Quero dividir com vocês o mais recente trabalho da Galeria Filmes em conjunto com outros parceiros. Foram semanas de trabalho árduo, mas cada segundo dedicado valeu a pena, pois o assunto é da maior importância.
Espero que vocês gostem e mais, espero a colaboração de todos para divulgar este material!
Beijos!!!!!
quarta-feira, 4 de julho de 2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
domingo, 1 de julho de 2007
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